A ADJC REPUDIA A AGRESSÃO IMPERIALISTA À VENEZUELA

A Associação de Advogados e Advogadas pela Democracia, Justiça e Cidadania manifesta seu profundo repúdio à agressão do imperialismo norte americano à Venezuela e o sequestro do Presidente Nicolas Maduro e sua esposa Cília Flores. E expressa sua total solidariedade ao povo venezuelano.
Trump declarou que pretende governar o país e controlar o petróleo venezuelano. Essa é uma das principais razões dessa agressão. Como se sabe a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do mundo.
Tal ato se constitui em terrorismo de Estado que se volta contra as disposições do direito internacional.  Faz parte da nova política de segurança dos Estados Unidos que reafirma a velha política de agressão e intervenção, a Doutrina Monroe, cujo lema é “A América para os americanos do Norte”.
Essa política visa consolidar a hegemonia do imperialismo norte-americano nas Américas, em decorrência da disputa geopolítica com a China. 
A agressão imperialista não se voltará apenas contra a Venezuela, mas também contra os governos da América Latina e Caribe que se opõem ao imperialismo.  Pela importância estratégica o Brasil, evidentemente, estará na alça de mira dessa política.  Trump tudo fará para impedir a reeleição de Lula.
A ADJC orienta seus membros a estarem presentes em todos os atos de solidariedade ao povo Venezuelano, defendendo a soberania do país e a soltura do Presidente Maduro.
A ADJC alerta para a necessidade de todos os democratas e progressistas contribuam para a formação de uma ampla frente política de apoio à reeleição do Presidente Lula e a eleição de uma grande bancada de deputados e senadores em 2026.
Nessa eleição estará em jogo a manutenção da democracia e da soberania do nosso País.
Abaixo a agressão à Venezuela!
Toda solidariedade ao seu povo!

Brasília, 06 de janeiro de 2026.
Aldo Arantes – Coordenador Nacional da ADJC
Augusto Madeira – Secretário Geral

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